Celebração na presença do Senhor – Celebration in the presence of the Lord

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 Deuteronomio 16:1-7                                                    Deuteronomy 16:1-7 

Observem o mês de abibe (março/abril) e celebrem a Páscoa do Senhor, do seu Deus, pois no mês de abibe, de noite, ele os tirou do Egito. Ofereçam como sacrifício da Páscoa ao Senhor, ao seu Deus, um animal dos rebanhos de bois ou de ovelhas no local que o Senhor escolher para habitação do seu Nome.

Não o comam com pão fermentado, mas durante sete dias comam pães sem fermento, o pão da aflição, pois foi às pressas que vocês saíram do Egito, para que todos os dias da sua vida vocês se lembrem da época em que saíram do Egito.

Durante sete dias, não permitam que seja encontrado fermento com vocês em toda a sua terra. Tampouco permitam que alguma carne sacrificada à tarde do primeiro dia permaneça até a manhã seguinte.

Não ofereçam o sacrifício da Páscoa em nenhuma das cidades que o Senhor, o seu Deus, lhe der; sacrifique-a apenas no local que ele escolher para habitação do seu Nome. Ali vocês oferecerão o sacrifício da Páscoa à tarde, ao pôr-do-sol, na data da sua partida do Egito.

Vocês cozinharão a carne do animal e a comerão no local que o Senhor, o seu Deus, escolher. E, pela manhã, cada um de vocês voltará para a sua tenda.

Essas festas eram uma assembléia solene, onde todas as famílias de Israel iam para Jerusalém. Se a família toda não pudesse ir, ia pelo menos um representante.

Antes dessas festas havia a festa das trombetas, para convocar todo o povo de Deus: a Santa convocação. E em todas as festas a ordem dada era Celebrar ao Senhor, pois eram festas alegres e comunitárias, onde a prioridade era adoração e louvor.

Cada festa, ao todo sete,  era um memorial para os judeus. As principais eram:

  1. Páscoa: simbolizava a saída do Egito. Hoje lembramos a nossa salvação em Jesus Cristo, o que Jesus já fez em nossas vidas, o momento especial que Jesus nos selou com o selo do seu Espírito Santo.
  2. Festa das primícias: durante a páscoa, quando o primeiro fruto, a primeira colheita, as primeiras crias eram consagradas ao Senhor e o povo as trazia de seus quintais e fazendas.
  3. Festa das Semanas: agradecimento a Deus por Canaã, pela terra e pela colheita que Deus ia dar naquele ano. A colheita do trigo já havia sido feita, e essa primeira colheita era dedicada segundo a benção recebida do Senhor (grandes colheitas, grandes dádivas).
  4. Festa dos Tabernáculos: agradecimento ao sustento durante os 40 anos no deserto, e consagravam a Deus as bençãos do ano,  pois todas as colheitas do ano estavam finalizadas.
  5. Festa dos Pães Asmos: era uma festa de 7 dias, onde se jogava fora todo o fermento. O fermento naquele tempo era uma bolinha de massa que deixavam de um dia para o outro para fermentar e juntar à massa do próximo pão, era uma massa velha. O simbolismo era jogar fora a massa velha, todos os pecados e intenções que podiam levedar toda a nossa vida.

Hoje a assembléia de Deus é a Igreja. Em todos os cultos que rendemos ao Senhor, temos que celebrá-lo, estar diante Dele numa convocação solene e darmos louvor, pelo prazer de sermos seus filhos e estarmos fazendo a vontade de Deus.

Nessas festas, existiam alguns sacrifícios que tinham que ser feitos. Eram momentos de confissão de pecados e purificação. Ninguém consegue se aproximar de Deus e enxergar sua Santidade e Glória, sem perceber nossos pecados e nossa necessidade de perdão diante de Deus.

Culto é festa, é celebração. Mas também é dar oportunidade para que Deus toque na nossa vida e nos mostre o que está errado, retirando e purificando nossa vida. Devemos chegar à casa de Deus com esse espírito, de sermos lapidados por Deus a cada dia. Seria como um relógio com vidro riscado que precisa ser polido e ficar transparente de novo. Às vezes assimilamos coisas que não devíamos assimilar e chegamos à presença do Senhor riscados, machucados, e Deus vai nos polir. O polimento machuca um pouco, mas nos deixa transparentes, limpos e puros.

Normalmente na festa um cordeiro era assado e a família fazia uma espécie de piquenique. Aquele era o momento em que o chefe da família fazia os agradecimentos, os louvores e os memoriais, o porquê de estar ali – e assim a família entendia que precisava se colocar diante de Deus. No verso 16 Deus recomenda para não aparecermos de mãos vazias. Temos que nos apresentar a Deus em consagração. E não era somente aos homens, essa consagração era para toda a família. Tempo de dizer: – limpa e purifica a minha vida. Não tenho um cordeiro, mas coloco a minha vida no teu altar.

O significado de todas estas festas era a primazia de Deus sobre tudo. Todo o povo se consagrava a Deus e estava ali só por causa Dele. A igreja não quer ser um clube ou entidade beneficente. Estamos aqui para servir a Deus, ser o povo de Deus na Terra. Cada culto é uma consagração do povo, se colocando no altar e pedindo para que Deus governe esta convocação.

Mas o culto também era consagração de bens, mostrando o sustento divino. Em todas essas festas havia consagração de frutos, animais, bençãos da colheita.

Culto é a nossa vida, nossa família, nossa igreja, nossos bens, tudo sendo consagrado ao Senhor. Não só com palavras, mas com ações. Colocamos tudo diante do Senhor, porque tudo, tudo mesmo, pertence à Ele.

Deus não quer que o culto seja um ritual, e sim uma consagração. Que nossos lábios tragam a expressão do Senhor, mas que nossos corações concordem com o louvor prestado, orando, louvando e ouvindo a palavra com o coração.

Mas que o culto não aconteça apenas no templo, mas no teu carro, na tua casa, na universidade onde estuda. Que a consagração esteja acontecendo em você todos os dias da tua vida. Que a hipocrisia de Ananias e Safira e de Malaquias 1:8 (trazer animais cegos para o altar) não chegue ao teu coração. Devemos dar o melhor para Deus. Malaquias 3:8-12 fala sobre o culto do avarento.

Deus se alegra quando celebramos em sua presença, e nos consagramos a Ele. Você tem celebrado?

Observe the month of Aviv and celebrate the Passover of theLord your God, because in the month of Aviv he brought you out of Egypt by night. Sacrifice as the Passover to the Lord yhe place the Lord will choose as a dwelling for his Name.

Do not eat it with bread made with yeast, but for seven days eat unleavened bread, the bread of affliction, because you left Egypt in haste, so that all the days of your life you may remember the time of your departure from Egypt.

Let no yeast be found in your possession in all your land for seven days. Do not let any of the meat you sacrifice on the evening of the first day remain until morning.

You must not sacrifice the Passover in any town the Lord your God gives you 6 except in the place he will choose as a dwelling for his Name. There you must sacrifice the Passover in the evening, when the sun goes down, on the anniversary of your departure from Egypt. 

Roast it and eat it at the place the Lord your God will choose. Then in the morning return to your tents.

These parties were a solemn assembly, where all the families of Israel went to Jerusalem. If the whole family could not go,  at least one representative was.

Before these parties was the Feast of Trumpets, to summon all the people of God: the Holy convocation. And in all parties were given the order of celebrate the Lord that were joyful celebrations and community where the priority was to worship and praise.

Each party, in all seven was a memorial to the Jews. The major ones were:

  1. Easter: symbolized the departure from Egypt. Today we remember our salvation in Jesus Christ, what Jesus has done in our lives, the special moment that Jesus has sealed with the seal of his Holy Spirit.
  2. Feast of First Fruits: during Easter, when the first fruit, the first harvest, the first offspring were consecrated to the Lord and the people brought them to their backyards and farms.
  3. Feast of Weeks: thank God for Canaan, the land and the harvest that God was going to give that year. The wheat crop had already been made, and that first harvest was dedicated after the blessing from the Lord (great vintages, great gifts).
  4. Feast of Tabernacles: thanks for the support during the 40 years in the wilderness, and devoted to God the blessings of the year, for all the crops of the year were finalized.
  5. Feast of Unleavened Bread: it was a feast of seven days, where he threw away all leaven. The yeast that time was a dumpling that left an overnight to ferment and join the mass of the next bread, was an old mass. The symbolism was to throw out the old mass, all the sins and intentions that could leaven all our lives.

Today the assembly of God is the Church. In every service we surrender to the Lord, we have to celebrate it, stand before Him a solemn call and give praise for the pleasure of being your children and be doing the will of God.

At these parties, there were some sacrifices had to be made. They were moments of sins and purification confession. No one can approach God and see His Holiness and Glory, without realizing our sin and our need for forgiveness before God.

Worship is party and celebration. But also to give an opportunity for God to touch in our lives and show us what is wrong, removing and purifying our lives. We must come to the house of God in this spirit, to be polished by God every day. It would be like a watch with scratched glass that needs to be polished and become transparent again. Sometimes we assimilate things that we should not assimilate and we come before the Lord scratched, bruised, and God will in polish. Polishing hurts a little, but let us transparent, clean and pure.

In the parties, often a lamb was roasted and family make a kind of picnic. That was the moment when the head of household give thanks, praise and memorials,  the way to be there – and so the family understood that he needed to stand before God. In verse 16 God recommends not show up empty-handed. We must submit ourselves to God in consecration. And it was not only men, this consecration was for the whole family. Time to say: – clean and purify my life. I haven’t a lamb, but I put my life on your altar.

The meaning of all these parties was the primacy of God over all. All the people devoted to God and was there only because Him. A church does not want to be a club or charity. We are here to serve God, to be the people of God on Earth. Each service is a consecration of the people, standing at the altar and asking God to rule this call.

But the cult was also consecration of goods, showing the divine sustenance. In all these parties had consecration of fruits, animals, harvest blessings.

Worship is our life, our family, our church, our goods, all being consecrated to the Lord. Not only with words but actions. We put all before the Lord, because everything belongs to Him.

God does not want the service to be a ritual, but a consecration. May our lips bring the Lord’s expression, but our hearts agree with the praise given, by praying, praising and hearing the word with the heart.

But the service does not happen only in the temple, but in your car, in your home, at the university where you study. Let that consecration to have place all the time of your life. Do not let the hypocrisy of Ananias and Sapphira and Malachi 1: 8 (bring blind animals to the altar) come to your heart. We must give our best to God. Malachi 3: 8-12 talks about the cult of the miser.

God rejoices when we celebrate in his presence, and we consecrate ourselves to Him. Do you?

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